Notícias


Formação BVC & ISQ

  Designação   Data de Início   Duração   Área de Formação   Local
  Combate a Incêndio

  NOVO!

  04/03/2017   8 h   Segurança   Bombeiros Voluntários dos Carvalhos
  Utilização de Extintores

  NOVO!

  11/03/2017   4 h   Segurança   Bombeiros Voluntários dos Carvalhos
  Suporte Básico de Vida

  NOVO!

  18/03/2017   8 h   Segurança   Bombeiros Voluntários dos Carvalhos
  Primeiros Socorros

  NOVO!

  25/03/2017   16 h   Segurança   Bombeiros Voluntários dos Carvalhos






Participação de falecimento – Chefe Miguel Braga

miguel_braga_falecimentoSem conseguirmos traduzir os verdadeiros sentimentos que nos assolam neste momento extremamente difícil, foi com enorme consternação que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários dos Carvalhos tomou conhecimento do falecimento do Chefe Quadro de Honra – Miguel Braga.  Faleceu a madrugada passada em Dili, Timor-Leste, onde se encontrava a prestar serviço desde 1999 na Protecção Civil e Bombeiros de Timor Leste. Contribuiu para a criação da Protecção Civil e Defesa das populações em momentos críticos de uma nação que nascia. Muito merecidamente agraciado com crachá de Ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses e Medalha de Mérito Municipal de Vila Nova de Gaia.

Além de Bombeiro neste Corpo de Bombeiros da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários dos Carvalhos, sempre se pautou por Camarada e Excepcional Amigo que sempre tentou erguer bem alto o nome desta Associação Humanitária, bem como o dos Bombeiros Portugueses bem como durante a sua estadia em Timor Leste.

Foi enorme privilégio nosso, conhecer, ter no nosso seio e apreciar de perto, toda a sua competência, talento, rigor e profissionalismo, e que muito ofertou de forma altruísta  à Causa do Voluntariado com o  brilhantismo no exercer da sua profissão. Portugal e Timor Leste sentirão imensamente com o desaparecimento deste Homem.

É com enorme consternação que comunicamos o seu falecimento deixando aqui os nossos mais sinceros e tristes sentimentos de pesar à família e amigos.

Até SEMPRE, nosso Muito Querido Amigo Chefe Miguel Braga.




Cruz Vermelha oferece aplicação “Socorrismo”

cruz_vermelha_appNo âmbito das comemorações dos seus 150 anos, a Cruz Vermelha Portuguesa lançou uma nova aplicação móvel com o nome “Socorrismo – Cruz Vermelha”.

Esta aplicação pretende ser uma ferramenta útil de fácil aprendizagem e utilização, com informação que pode salvar vidas.

Os conteúdos, vídeos, fotos e animações sobre primeiros socorros foram desenvolvidos numa óptica de abordar situações reais do dia-a-dia, disponibilizando também testes para avaliação dos conhecimentos. Permite ainda conhecer mais sobre a Cruz Vermelha Portuguesa, fazer donativos ou tornar-se membro ou voluntário da Instituição.

Segundo Luís Barbosa, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa: “Os acidentes acontecem quando menos esperamos e a aplicação de técnicas de primeiros socorros nos minutos a seguir podem fazer a diferença entre a vida e a morte, quem sabe na de um familiar, amigo ou colega.”

A Cruz Vermelha Portuguesa é pioneira na formação em Socorrismo e a sua oferta é diversificada, com certificação nacional e internacional, adaptadas às necessidades da população em geral e das empresas.

Esta aplicação móvel é gratuita e está disponível para Android e iOS.

Aplicação disponível em GOOGLE PLAY





Prisão para incendiários do Caramulo.

caramulo

Os dois acusados da autoria dos incêndios florestais ocorridos no verão do ano passado na Serra do Caramulo, onde morreram quatro bombeiros, foram esta sexta-feira condenados a 18 e 12 anos de prisão por um tribunal de júri, em Vouzela. A acusação refere que, na noite de 20 para 21 de agosto de 2013, Luís Patrick, sentenciado à pena mais elevada, e Fernando Marinho andaram de moto pela serra a atear vários focos de incêndios. Na primeira sessão do julgamento, no início de outubro, na secção de proximidade de Vouzela, Luís Patrick garantiu nada ter a ver com os incêndios. Já Fernando Marinho confessou, contando que o amigo ateou os de Alcofra e de Meruge e ele o de Silvares. Durante as alegações finais, o Ministério Público pediu a pena máxima para Luís Patrick. O advogado de Luís Patrick, Francisco Marques Vieira, pediu a absolvição, por considerar que “não foi feita prova direta de nada” que apontasse que ele tivesse praticado aqueles atos. No caso do arguido Fernando Marinho, o procurador defendia que a pena deveria ser, no mínimo, inferior em cinco anos relativamente à de Luís Patrick. O advogado João Carlos Lages pedia que fosse tida em conta a confissão de Fernando Marinho e que, como à altura dos factos era menor de 21 anos, fosse aplicado o decreto de lei que prevê uma atenuação especial da pena.

Fonte: Correio da Manhã